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Blog da Aryane


Friends foi uma série americana dos anos 90, cuja história girava em torno de um grupo de 6 amigos que viviam em New York e enfrentavam juntos os problemas da vida, trabalho e romances.

Se você não é fã e/ou nunca assistiu, o texto vai fazer sentido do mesmo jeito. Mas, todas as 10 temporadas estão disponíveis na Netflix para quem quiser ver.

Como eu sou super fã da série e sou uma apaixonada pelo meu trabalho (marketing de conteúdo), decidiu trazer os ensinamentos que tirei de cada um dos 6 personagens sobre o assunto.

Vamos lá?

Criatividade não tem nada a ver com desorganização


Mônica é definitivamente a minha pessoa favorita de Friends. Eu adoro o fato dela ser uma chefe de cozinha que ama o que faz, persistente e resiliente. E, é claro, mega organizada.

Inclusive, a sua mania por manter tudo organizado é uma das características que mais me identifico. E se tratando de criação de conteúdo, esse é um aspecto que eu considero indispensável.

Aliás, eu nunca entendi porque algumas pessoas insistem em relacionar a criatividade com a desorganização. Como se o fato de você trabalhar em meio a bagunça, fizesse você ter melhores ideias e ser mais produtivo.

Para quem cria conteúdo, manter processos bem estruturados e planejamentos bem feitos são essenciais para trazer melhores resultados e melhorar a qualidade das suas tarefas.

Por isso, para escrever melhor e me organizar ao ponto de deixar Mônica Geller muito orgulhosa, eu mantenho alguns hábitos:

mantenho uma agenda para organizar os dias que tenho que escrever. Se tenho que produzir um conteúdo por semana, separo pelo menos 2 dias na agenda, sendo um para escrever e o outro para fazer a revisão do texto e possíveis alterações;

além da agenda, na empresa onde trabalho fazemos um calendário editorial mensalmente. Logo, este calendário também inclui os conteúdos que preciso produzir durante o mês. Então, pelo 2 semanas antes do início do calendário, eu já defino pelo menos a temática dos posts;

  • ainda falando do calendário, quando defino as temáticas dos posts, também aproveito para definir a etapa do funil de cada conteúdo, fazer a pesquisa de palavras-chave, benchmarking da concorrência, pesquisa de referências e data e horário de postagem de cada conteúdo, levando em consideração as análises no Analytics. Se serão 4 textos por mês, por exemplo, eu separo pelo menos 1 dia inteiro na minha agenda para fazer toda essa análise para cada conteúdo;
  • durante a escrita de fato, eu me organizo da seguinte forma: primeiro confiro as referências e resultados do benchmarking, em seguida faço a construção do esqueleto do conteúdo (heading tags que terão no texto e o assunto de cada uma, título e CTAs que podem ser incluídos no texto), feito isso eu começo a escrever o que terá em cada heading tag e defino os subtítulos, depois faço a conclusão e por fim a introdução. Para finalizar, eu leio todo o texto e faço as ligações necessárias do meu Frankenstein para não ficar sem pé e nem cabeça e analiso tudo isso numa visão de SEO e Link Building. No dia seguinte, minha cabeça está descansada o suficiente para eu revisar o texto de forma mais crítica e fazer as alterações que eu achar interessantes ou necessárias;
  • além disso tudo, eu mantenho tudo documentado e organizado no meu Google Agenda e no meu Trello, para não esquecer de nada;
  • na hora de escrever, prefiro utilizar o Google Docs, que é online e já salva tudo automaticamente, evitando um monte de documentos acumulados e desorganizados no meu computador;
  • e, por fim, para salvar referências, ideias ou fazer notas, eu utilizo o Keep, que também é online e já é integrado com o Gmail, se você utilizar a última atualização.


É claro que tudo isso são hábitos que eu adquiri ao longo dos meus dias, que se adequam totalmente à minha rotina e que me ajudam a escrever melhor.

Mas, existem outros milhares de aplicativos e ferramentas que podem auxiliar você a se organizar na hora de escrever. O importante é testar as mais variadas formas e ver aquela que ajuda melhor você.

Pensar fora da caixa é um clichê que não pode ser ignorado


Assim como é impossível ignorar a Phoebe, também uma das minhas personagens mais queridas em Friends. Eu adoro esse lado esotérico e meio pirado dela, e o fato dela ser uma pessoa autêntica e com uma personalidade excêntrica, original e totalmente fora da caixa.

Ainda que alguns dos seus pensamentos sejam totalmente descabidos, no final das contas possuem um significado que realmente faz algum sentido e até demonstram uma maturidade intelectual.

Quem pensa fora da caixa, como a Pheebs, tem pensamento crítico para inovar e criar, desviando-se do senso comum.

Quer mais ligação com criação de conteúdo do que isso?

Segundo uma pesquisa da BigDataCorp, atualmente existem cerca de 10 milhões de sites ativos no Brasil, dos quais 5,5 milhões são blogs.

Ou seja, existem milhares (talvez milhões) de conteúdos sendo publicados todos os dias a blogosfera.

Logo, pensar fora da caixa nunca foi tão importante.

E se tratando de criação de conteúdo, fazer algo diferente dos demais exige muito mais do que ter ideias incríveis. Exige estar em constante evolução, sair da bolha e não ter medo de errar.

Como é o caso da nossa querida personagem Phoebe Buffay, que pode até ser louquinha, cantar músicas sobre gatos fedidos ou ter certeza que a sua mãe reencarnou em um gato, mas no fundo tudo isso só destaca a sua personalidade e a torna incrivelmente diferente dos demais.

Afinal, hoje ninguém quer o mais do mesmo, certo? Com conteúdo é a mesma coisa.

Para me ajudar nessa difícil tarefa que é rasgar a caixa que nos cerca e enxergar o mundo com outros olhos, eu tento seguir alguns hábitos diários:

  • ampliar o repertório cultural. E isso não significa visitar mais museus, afinal cultura não está presente somente em exposições de arte. É interessante realizar coisas que não estamos acostumados a fazer, pois isso ativa novas áreas no nosso cérebro e provoca conexões, ajudando a pensar em outras soluções para o mesmo problema. Por exemplo, eu costumo me encher de referências diferentes e não apenas da minha área profissional. Então, eu leio artigos em português e em inglês sobre assuntos diversos, assino diversas newsletters diferentes, assisto algum TED, filme ou série aleatória, tento ouvir pelo menos 1 podcast durante o dia sobre algo diferente e leio livros sobre tudo;
  • conversar com as pessoas. Parar para tomar um café e conversar com os colegas é uma ótima maneira de aumentar o repertório, ter ideias ou adquirir uma informação que pode mudar totalmente o seu dia ou ajudar a resolver aquele problema que você tentava quebrar a cabeça para resolver. E é importante destacar que não é culpa sua se você só conseguiu resolver um problema quando enxergou pelo olhar de outra pessoa, afinal pedir ajuda também é algo fora da caixa e ajuda você a ver a situação de outra dimensão;
  • não fazer nada. Sim, eu sei que parece loucura. Mas em alguns momentos não fazer absolutamente nada também é importante para a nossa mente e corpo, principalmente em um mundo onde somos bombardeados por diversas informações ao mesmo tempo. Por exemplo, eu tenho o costume de meditar com o meu marido pelo menos uma vez na semana e isso nos ajuda a relaxar a mente, reduzir o estresse e se desconectar de tudo. Isso ajuda, inclusive, a reduzir a ansiedade, que é praticamente a inimiga do ‘pensamento fora da caixa’.


Novamente, isso tudo são coisas que eu faço e que me ajudam. E, é claro, nem tudo eu faço todos os dias, mas costumo ter todas as cartas na manga para o caso de ficar presa numa dessas caixas por aí.

Sair da zona de conforto é importante para crescer


Eu gosto muito da Rachel por sua evolução na série. Ela começa como uma patricinha sem noção que fugiu do próprio casamento e decidiu buscar a própria liberdade e autonomia sem saber direito por onde começar e se torna uma excelente e competente profissional da Ralph Lauren.

Mas, acima de todos os seus aspectos, de sagaz à sofisticada, Rachel Green ensina sobre sair da zona de conforto e enfrentar os problemas de frente.

E isso tem muito a ver com criação de conteúdo (e até se torna um pouco repetitivo, em comparação ao tópico anterior), principalmente quando percebemos que a maioria dos conteúdos fala sempre a mesma coisa e do mesmo jeito.

Claramente, os profissionais de conteúdo estão presos numa eterna zona de conforto e cada vez mais se afundando no ‘mais do mesmo’, com textos rasos e sem nada a ensinar.

Mas, voltando a nossa personagem, quando a Rachel decidiu se casar, ela só queria sair da casa dos pais onde tinha tudo o que queria e ir para a casa do marido e continuar tendo tudo o que queria. Sem fazer absolutamente nada para mudar isso e vivendo como uma dondoca.

Mas, então, ela percebeu que aquilo não era tudo o que ela realmente queria e fugiu do seu casamento em busca de encontrar o que precisa sem que alguém lhe desse isso.

Foi então que ela começou a trabalhar como garçonete no café Central Perk, totalmente fora da sua zona de conforto e fazendo coisas que ela nunca precisou fazer, como servir café e limpar mesas, por exemplo.

É claro que ela sofreu, sair dessa zona dói e é difícil. Mas a gente não só aprende, como cresce. Não é a toa que, algumas temporadas depois, Rachel realiza o seu sonho de trabalhar com moda na Ralph Lauren.

Eu diria que a mesma coisa acontece com a criação de conteúdo. Enquanto você não parar de fazer os mesmos textos de sempre, acredite, nada vai mudar.

E, por mais que você espere que sim, não existe um passo a passo para escrever melhor. Tudo depende apenas de você!

Assim como tudo dependia apenas da Rachel para ela crescer, arranjar um emprego e mudar de vida.

Recentemente, eu vi uma frase que dizia o seguinte:

“Para chegar aonde a maioria não chega, é preciso fazer o que a maioria não faz.”

Então, se você continua escrevendo igual aos outros, como você deseja se tornar diferente deles?

Determinação é muito importante para a vida (e para a escrita também)


Tudo bem que o Joey é o típico personagem americano clichê. É aquele tipo de homem bonito e pegador, porém burro e que nunca terá um relacionamento sério durante a série inteira (com exceção do romance com a Rachel, que nem merece a menção de tão ruim).

Mas ninguém pode negar o quanto Joey Tribbiani é o personagem mais determinado de toda a série.

Ele trabalha como ator, mas não consegue nenhum papel de verdade. Geralmente são musicais que ninguém vê ou como coadjuvante do filme do Al Pacino, como um dublê de bunda do mesmo (sério, é hilário!).

No entanto, ainda que no início da série ele não seja reconhecido como um ator de verdade, nunca o vemos desistir da profissão ou pensar duas vezes antes de recusar um papel ruim (ainda que seja um filme independente e falido em Las Vegas).

Até que um dia, finalmente, ele consegue um papel super importante na novela Days of our Lives e consegue subir de vida. E com certeza ele não chegou lá por falta de determinação ou duvidando de si mesmo.

Por isso, ao relacionar isso com a criação de conteúdo, a primeira coisa que me vem em mente são as seguintes frases:

  • “Ah, mas eu não escrevo bem”;
  • “Eu tenho vergonha, as pessoas vão rir da minha escrita”;
  • “Eu não escrevo tão bem quanto fulano”;
  • “É melhor eu não tentar, nunca vou escrever igual fulano”.


E aí, se identificou com alguma dessas frases?

Pois é, não é incomum encontrar escritores que pensam assim e, por duvidarem tanto de si, acabam deixando a escrita para lá.

E, acredite, enquanto você não for determinado e continuar tentando, você nunca vai escrever bem.

Eu ouso até dizer que, para escrever bem, primeiro você precisa escrever alguma coisa.

Então, ao invés de ser uma vítima e ficar repetindo aquelas frases lá em cima, tome uma atitude e comece hoje mesmo a escrever. Pode ser qualquer coisa, uma frase, uma pequena reflexão, um conto, um artigo, não importa.

Você vai perceber que só é necessário o primeiro passo para a situação mudar de figura.

Nunca é tarde para mudar tudo e começar do zero


Você também já ficou focado no mesmo objetivo, que não levava a lugar nenhum, e sentia como se não estivesse saindo do lugar?

A mesma coisa aconteceu com Chandler Bing, um dos personagens mais engraçados de Friends (depois de Phoebe, eu diria), sarcástico, sensível e totalmente desesperado.

Depois de passar 9 temporadas trabalhando como Processador de Dados e odiando o próprio emprego, ele pediu demissão e se tornou estagiário de uma agência de Publicidade, onde ele tinha que competir com outros estagiários com a metade da sua idade.

No entanto, ele mostrou que nunca é tarde para mudar de caminho, quando a nova decisão nos leva a melhores resultados.

Não é fácil recomeçar, mas é totalmente possível.

Falando de criação de conteúdo, pense que é sempre melhor um conteúdo no caminho certo do que dois sem sair do lugar.

Então, o que você está esperando para excluir aquele conteúdo e começar do zero, mas dessa vez no caminho certo?

Amar o que faz é mais importante do que os tópicos anteriores


Para finalizar temos Ross Geller, irmão da Monica, super romântico e à procura de um amor de verdade, mas que, na prática, passou por três divórcios durante toda a série. Cada um mais engraçado que o outro, diga-se de passagem.

No entanto, algo que podemos destacar em Ross é o seu amor pelo que faz. Ele é paleontólogo, uma profissão nada comum, e trabalha em um museu.

Apesar das piadinhas dos amigos com relação à sua profissão, ele segue com sua paixão por fósseis e dinossauros.

Com Ross aprendemos que vale a pena seguir nossos objetivos profissionais e lutar pelo que se gosta, afinal não adiantar seguir uma profissão apenas porque paga bem ou porque está em alta, se não nos sentimentos bem atuando nela.

Com relação a criação de conteúdo, eu percebo que vale bem mais amar escrever do que fazer isso apenas porque ‘está em alta’.

Acredite, a dedicação é muito mais fiel quando se gosta do que faz.

Além disso, quando você faz com coração e alma fica muito fácil seguir o caminho e obter os melhores resultados.

E aí, o que achou das dicas acima?

Se você também é fã de Friends, não deixe de compartilhar outros aprendizados vindos da série nos comentários, ainda que não seja relacionado a criação de conteúdo.

Ah, e se você gostou deste texto, por favor dê um like para eu saber que estou no caminho certo.

janeiro 20, 2019 No comentários

Nós, analistas de SEO, cometemos erros assim como todo ser humano. Mas o que realmente pode ser um grande diferencial é aprender com esses erros para melhorar nossas técnicas e crescer na carreira.

Por isso, para inaugurar o meu primeiro artigo aqui no Linkedin, decidi trazer as minhas primeiras experiências com SEO e quais erros eu cometi em meus projetos.


1. Pensar que os resultados em SEO acontecem da noite para o dia

Uma coisa que eu sempre quis desde quando comecei a trabalhar com SEO e, provavelmente todo profissional da área também deseja alcançar, era a sonhada palavra-chave na primeira posição da SERP (página de resultados do Google).

E, geralmente, eu ficava muito impaciente quando passava vários dias focando em uma palavra-chave e ela não me trazia resultados satisfatórios.

Por um lado, eu achava que a culpa era toda minha e que eu não tinha estudado (ou planejado) o suficiente. Por outro, eu pensava que a culpa era do Google mesmo, hahaha.

Nesta época, eu estava noiva e havia criado um blog sobre casamento que gerava pouquíssimas visualizações. A maioria delas vindas de grupos no Facebook onde eu, diariamente, publicava meus textos.

Quando eu descobri o que era SEO, tentava de todas as formas que meus conteúdos tivessem uma boa posição no Google, mas nada acontecia. Então um dia eu desisti e só deixei as coisas rolarem.

Acontece que, um dia, depois de quase um ano, algo aconteceu. Meu texto estava lá.

Ok, não era a primeira posição. Mas era a primeira página, gerando tráfego, comentários e conversões.

E isso só aconteceu depois que eu parei de me preocupar tanto com a primeira posição e tive paciência. Afinal, pensar tanto no rank do texto consumia mais o meu tempo do que se eu apenas fizesse meu trabalho e esperasse.

E, de certa forma, SEO é ter paciência e esperar. E com certeza você não vai encontrar os resultados da noite para o dia.

Mas retornando ao blog de casamento, pouco tempo depois e, finalmente, eu consegui a primeira posição e entendi que paciência e resiliência eram essenciais se eu quisesse ter uma carreira em SEO.

É claro que, alguns meses depois eu acabei perdendo aquela posição no Google, mas isso é assunto para o próximo tópico.

2. Achar que não precisava fazer nada depois da primeira posição conquistada

Quando eu finalmente consegui aquele primeiro lugar na página do Google. Talvez até mesmo sem entender como eu tinha conseguido aquilo, eu me deixei levar pela sensação de trabalho realizado e não fiz mais nada.

Absolutamente nada mesmo.

Não era como se eu tivesse colocado uma bandeira e dito que aquela posição era minha e ninguém iria tirar aquilo de mim. Pode ter certeza que alguém estava me visando e queria me derrubar.

Quando as visualizações já passavam de 10 mil somente naquele conteúdo, eu simplesmente aceitava e seguia em frente.

Eu não me preocupava em:

  • ter certeza que aquela posição ainda era minha;
  • conferir se algum concorrente investia em SEO para aquela palavra-chave;
  • observar os dados em relação aquele conteúdo (tempo de permanência, taxa de rejeição, conversão, etc).

Até que um dia as visualizações diminuíram drasticamente e eu percebi que o conteúdo havia sumido da SERP e sido substituído por outro muito melhor do que o meu.

E eu, é claro, fiquei muito chateada e sem entender porque isso aconteceu.

Mas, eu entendi que SEO é um trabalho que nunca acaba. Não é como se fosse uma campanha que você dá start, gera resultados e depois acabou.

Ou seja, exige muita paciência, resiliência e também uma atenção especial todos os dias. Algo que, na época, eu só entendi depois de um susto.

3. Confiar demais em palavras-chave com muitos acessos

Quando eu comecei a trabalhar formalmente com SEO, eu gastava muitas horas pesquisando palavras-chave.

É claro que isso faz parte do meu trabalho e é algo comum para todo profissional da área.

No entanto, eu me iludia com palavras mais abrangentes e que tinham muitos acessos.

Na minha cabeça, se tinha mais de 500 mil acessos, então era uma excelente palavra para se trabalhar.

Correto? Talvez não.

Como eu ainda não entendia que conseguir bons resultados com uma palavra daquele tipo exigia muito mais que apenas otimização on-page, então eu fazia o que sabia e esperava (àquela altura eu já entendia que tinha que ter paciência).

Mas eu ainda não entendia porque nada acontecia, mesmo eu sendo tão paciente.

Até que um dia eu percebi que aquele conteúdo, cujo eu me esforçava ao máximo para rankear para uma palavra tão difícil, estava gerando tráfego para uma palavra com menos acessos e mais específica.

Eu mudei o foco para aquela palavra de cauda longa e parecia que eu tinha feito um passe de mágica. Depois de 4 meses, o texto já estava em primeiro lugar, gerando muito tráfego e conversão.

Eu entendi que não é porque uma palavra é tão ‘famosinha’ que, necessariamente, ela vai ser eficiente para o meu projeto.

Às vezes nos iludimos demais com números e com posições no Google e esquecemos que o que realmente importa é o que o usuário deseja ler. Não o que você quer fazer. O que nos leva ao próximo tópico.

4. Escrever para o Google e não para a minha persona

Por algum tempo eu pensava assim:

  • URL amigável e com a palavra-chave? Feito.
  • Palavra-chave na title tag? Feito.
  • Heading tags no texto? Feito.
  • Palavras-chave pelo conteúdo? Feito.
  • Palavra-chave no primeiro parágrafo? Feito.
  • 2000 palavras para o Google rankear melhor? Feito.

Bom, é claro que essas e muitas outras coisas são importantes para SEO e realmente fazem diferença. Longe de mim dizer que são erradas, afinal eu também faço isso tudo.

Mas no início eu imaginava que todas essas otimizações eram muito mais importantes do que até mesmo minha persona.

Então, eu otimizava ao máximo e não fazia o básico que era pensar no que a minha persona queria.

Obviamente, eu consegui ótimas posições, mas pessoas erradas liam e a minha persona não se interessava.

Eu entendi que algo estava errado, mas ficava muito confusa na hora de produzir meus conteúdos. Afinal, eu quem eu deveria focar? No Google ou no meu público?

A resposta vocês já sabem. Mas quando eu foquei de verdade no que a minha persona queria, foi bem mais fácil agradar ao Google.

5. Não documentar todas as minhas ações

Depois que eu comecei a realmente gerar resultados com os meus esforços em SEO, algumas coisas aconteciam:

  • alguma página sumia da SERP do dia para a noite ;
  • ou alguma página conseguia uma ótima posição do nada.

Bom, mas o que eu tinha feito para aquelas páginas terem sofrido aquelas reações?

Talvez eu tivesse feito uma boa ação que poderia ser replicada em outras páginas ou uma ação ruim que eu poderia começar a evitar.

Mas eu não tinha como saber sem documentar todas as minhas ações. O que eu, é claro, não fazia.

Então, era como se eu fizesse SEO de olhos vendados, sem saber se eu fazia estava gerando bons ou maus resultados.

Quando eu comecei a documentar todas as minhas ações, ficou mais fácil saber tudo o que eu fazia que gerava bons resultados e fazer o mesmo nas outras páginas, aumentando esses resultados.

Bom, esses foram alguns dos meus erros quando comecei a trabalhar com SEO. E você? Comente aqui embaixo pra gente conversar.

janeiro 13, 2019 No comentários


Senhor,

Perdão por não conseguir amá-lo, como deveria, mas essa nunca foi a minha intenção.
Eu acreditava que o pecado iria me definhar até a morte, caso eu aceitasse viver nele. Foram dias de nebulosidade e escuridão, enquanto o uivo agudo da minha mente suja ansiava por uma noite de prazer. 

Você era a minha única alternativa naquele momento.

Sua mão pesada sobre a minha cabeça traria alívio para os espasmos da minha carne, suas palavras graciosas acalmariam a corrente de dor que corria nas minhas veias e o silêncio religioso me levaria para a luz. 

Eu estava enganada, senhor.

Alguns nasceram para o amor, mas outros nasceram para a luxúria. A ilusão de um lar cheio de paz não me agrada, pelo contrário, meu corpo rejeita. Eu sempre desejei o fogo. Fogo que o senhor não entenderia e eu prefiro que não tente entender. 

Não me procure. 

No poço profundo da profusão, onde todos desviam, eu quero me jogar e sentir o ardor de intensas labaredas acesas dentro do meu corpo nu. 

Eu desejo gritar. Gritar até a minha garganta arranhar e arder, enquanto meus lábios secos e rachados tremem sem conseguir praguejar qualquer palavra suja. Palavras que eu prefiro que o senhor não escute, nada que eu disser será para desrespeitá-lo, mas apenas para satisfazer a minha carne que se encharca de um desejo voraz. Desejo este que o senhor nunca conseguiria saciar, mesmo que tentasse. 

Foram dias de lutas tentando me libertar daquilo que já está enraizado dentro de mim, me debatendo contra os sentimentos, ou a falta deles, dentro de mim mesma. 

Perdão, senhor. Mas a tua bondade não foi suficiente para me fazer caminhar contigo.
Os chicotes que açoitaram em minhas costas quando desejei os puros foi totalmente em vão. Eu sentia meu corpo esquentar a cada chibatada e a cada ecoada no quarto escuro, meus lábios sussurravam gemidos de dor e prazer.

Eu procurei a luz a toa, agora eu sei. Ela nunca vai brilhar sobre a cabeça de uma pecadora, como eu.

Eu não sou feliz contigo, senhor.

Perdoa-me. 

Eu me sinto inteiramente capaz de utilizar do meu livre arbítrio para escolher o meu próprio caminho e deixo-te a par de todas as minhas decisões. Saiba que eu quero, e sempre quis, viver completamente no pecado da luxúria até a minha alma perecer no calor das trevas. Eu sei que esse não é um pedido comum para o senhor, por isso te isento dessa culpa e te peço novamente perdão por nunca ter te amado, eu vou seguir o caminho para o qual nasci.

O lago de fogo me aguarda com um colar feito de cordas grossas.

Atenciosamente,
Irmã Teresa.
janeiro 05, 2019 No comentários


As luzes piscavam freneticamente, enquanto a luz soava forte e brusca, com gritos, jogadas de cabeça, cabelos, suor e o agudo da guitarra.

Havia um forte odor de cocaína e olhos vermelhos, que procuravam sem fim um ponto a fixar o olhar, sem sucesso e sem nexo. Eu, parada no meio, curtia a plena sensação da liberdade dentro de cada nota que vinha do palco, da voz gritante que me mandava esquecer tudo, me desprender.

Os braços pendiam no alto da cabeça, soltos, sem um aparente fim, mas congelaram com o que meus olhos viram. Ele, pensei. Com outra? Indaguei em silêncio. Seus olhos se mantinham frente a frente, seus lábios pronunciando palavras inaudíveis e os corpos em perfeita sincronia, prontos para se atracar, ou pior. Os lábios se aproximaram à medida que as minhas lágrimas desciam das glândulas lacrimais até os olhos, enchendo-os de ódio e dor.

Gritei. Ninguém ouviu, todos gritavam.

Depois seus olhos me fitaram e demorou apenas um segundo do reconhecimento ao desespero. Girei nos calcanhares e fugi. A batida da música diminuiu, fazendo eu ouvir seu grito chamando meu nome, mas não olhei para trás. Não merecia. Continuei a andar, era apenas um ponto entre várias pessoas, todos gritando, pulando, drogados, libertos.

A multidão ficou para trás, entrei na escuridão de um corredor vazio. Existia apenas o som, agora oco, da mesma música. Meus passos reverberavam e eu podia ouvir outro reverberar de passos que me seguiam. Não arrisquei virar o rosto. Segui no corredor comprido que emanava cheiro de sexo e urina. Mais alguns passos, haviam alguns casais, era escuro para dizer ao certo, mas os gemidos os denunciavam. Depois silêncio, agora a música se fora, só havia eu, meus passos, os passos dele e uma porta. Abri e sai.

Debaixo de um céu escuro e um frio impossível de deduzir, caminhei sem rumo. Não havia pessoas na rua, alguns mendigos dormindo, mas nenhum movimento. 3:00 da manhã, talvez. Continuei a andar, ainda sentia a presença. Passou a ficar estranho quando, 5 quarteirões depois, ninguém falou nada. Andei mais rápido. Ele repetiu. Corri. Ele me seguia. Arrisquei olhar para trás. Quem era aquele homem? Pensei, aterrorizada. Estava mais perto do que pensava, corri mais rápido, meu coração se acelerando pelo medo repentino, a insegurança de uma morte iminente, o arrependimento depois da dor da traição.

Mãos agarraram meu cabelo, depois seus lábios sussurraram baixo no meu ouvido, o arrepio eriçando os pelos da minha nuca pela excitação, minha respiração acelerou e fui virada bruscamente para ficar face a face com o estranho. Tinha olhos escuros, me fitavam sem piscar, enquanto seus lábios sorriam de lado, depois puxou meu corpo para o seu, apertando meus seios no seu peito, com força, causando dor.

Sussurrou novamente, a voz grossa fazendo minhas pernas tremerem. Seus lábios se aproximaram dos meus, beijando à força, suas mãos envoltas nos meus braços, apertando, sentia os hematomas surgirem junto com a dor imediata. Não retribui o beijo. Depois senti meu rosto arder, quando a grande mão dele me esbofeteou, sem pena. Caí, desta vez liberando todas as lágrimas da dor, do medo, da traição, arrependimento, tudo em uma enxurrada só. Poderia ser pior, ele pronunciou com firmeza, seus lábios no meu ouvido. Me beija, ele falou. Permaneci fitando o chão. Me beija, desta vez ele gritou. Solucei alto e novamente senti a dor de outro tapa atingir meu rosto com força, não compreendia.

Meu estômago revirou quando sua língua entrou na minha boca, sua saliva se misturando com a minha, sem prazer nenhum, sem vontade nenhuma. Ali mesmo, no chão de uma rua vazia, sob um céu escuro e um frio profundo, ele me despiu. Arrancou minha roupa, deixando minha pele sob o frio, meu corpo tremendo e os pelos se eriçando a cada toque da sua mão grossa e quente. Minhas lágrimas, agora geladas, desciam pela face e pela minha garganta subiam soluços dolorosos. Nossos corpos viraram um só, contra minha vontade. Ele ria e me apertava.

Depois sobrou apenas roupas enroladas em um canto, meu corpo nu em posição fetal, a rua vazia, o frio, a dor. Ele se fora.

Chorei por horas, então o primeiro raio de sol surgiu, iluminou meu corpo despido e eu senti a realidade se chocar contra minhas dores físicas e psicológicas. Vesti o que sobrara da roupa, me distanciei. Meus olhos encontraram novamente os olhos que me traíram antes de tudo, ele sorriu. Descobri de onde viera minhas dores, elas doeram mais, ao dobro.
Sem aguentar, fugi.
janeiro 05, 2019 No comentários
dicas para escrever melhor


Escrever mais e melhor é o sonho de muitos escritores iniciantes.

Por isso, se você não está satisfeito com as suas histórias, continue lendo e confira 7 dicas incríveis que vão ajudar você a tirar suas ideias do papel e escrever bem.

Confira 7 dicas para ajudar a escrever melhor:


Inspire-se antes de começar a escrever

O que motiva você a escrever os seus textos? Pode ser uma música, um lugar ou até mesmo uma hora do dia.

Não importa o que seja, o importante é você sempre procurar estimular o seu instinto criativo com atividades que mexam com as suas emoções e o que incentive a escrever mais.

Algumas ideias que você pode utilizar para tentar encontrar a sua fonte de inspiração:


  • Um filme para morrer de rir;
  • Ler um livro, um conto, um texto ou um blog favorito;
  • Ouvir uma música emocionante;
  • Conversar ou debater com amigos ou familiares;
  • Estudar técnicas que desafiem sua prática na escrita;
  • Encontrar o melhor horário do dia para escrever;
  • Procurar um lugar confortável ou adequado para você escrever.

Bom, são inúmeras possibilidades.

O importante é encontrar aquilo que te dá vontade de escrever e usar como combustível e motivação para criar histórias.

Lembre-se de usar isso para dar início ao seu processo de criação.

Evite a autocrítica antes mesmo de começar escrever

“Eu não consigo escrever bem” ou “e não sei por onde começar” não é uma boa iniciativa no início do seu processo de criação.

Para começar a escrever bem, você só precisa de uma coisa:

Escrever!

Enquanto você está começando o seu texto, não fique fazendo críticas ou avaliando se está certo, errado ou se está parecido com o texto dos seus ídolos.

Este não é o momento de críticas.

Nos primeiros momentos de desenvolvimento, é preciso liberdade criativa para explorar todas as possibilidades e colocar todas as suas ideias para fora.

Ignore aquela voz que fica na sua cabeça julgando cada palavra que você escreve. Acredite: ninguém consegue fazer um bom texto de primeira. Escrever é reescrever.

Edição e ajustes vão chegar, mas só depois que você finalmente escrever. 

Evite comparar as suas histórias com as histórias de outras pessoas

Se ser muito autocrítico com o próprio texto já é ruim, imagine ficar comparando cada parágrafo com a história de outra pessoa.

Seria como comparar um atleta iniciante com Usain Bolt.

É claro que o Usai Bolt é um bom atleta, mas o carinha iniciante ainda está aprendendo e se ele se empenhar, um dia pode vir a se tornar um Bolt. Certo?

A mesma coisa seria com um escritor.

Não se compare com grandes escritores, afinal eles já treinaram bastante para chegar onde estão e você está apenas iniciando.

Por isso, deixe eles para serem suas inspirações e não uma referência de extrema qualidade.

Não precisa se cobrar tanto.

Leia seus textos em voz alta

Ler o seu texto em voz alta ajuda a avaliar melhor as palavras.

Dessa forma, você pode encontrar palavras repetidas, rimas não intencionais ou mesmo cacofonias.

Acredite, ler em voz alta é uma excelente alternativa para encontrar erros e corrigí-los.

Geralmente, apenas escrevendo e lendo mentalmente não conseguimos perceber alguns pequenos detalhes no texto.

Logo, lendo o texto, é possível melhorar alguns pontos dele, além de ser muito mais simples corrigir a acentuação.

Quer ver? Testa essa dica aí em um dos seus textos.

Aprenda a provocar emoções com palavras

As emoções são a matéria prima de qualquer texto, seja ele de ficção ou não.

Além disso, o leitor consegue interpretar melhor os comportamentos dos personagens e ter sentimentos com relação à eles.

Para provocar uma emoção, você pode fazer duas coisas:

Ajudar o leitor a ter o mesmo sentimento que o personagem

Por exemplo, se o seu personagem está nervoso, ao invés de apenas dizer “Marcos estava nervoso”, procure descrever em detalhes o quanto ele estava com este sentimento.

Desta forma: Marcos sentiu o suor frio escorrer pela testa e as pernas tremerem como duas varas de bambu e se tivesse alguma força para olhar no espelho, provavelmente estaria branco como um floco de neve. Mas é claro que ele não poderia transparecer tamanho nervosismo, ao invés disso apenas caminhou cambaleante para longe daquela situação.

Apresente informações sobre o personagem na hora e ordem certa

Não dê tudo com rapidez e de graça ao seu leitor.

Certifique-se que haja um contexto e procurar entregar informações na ordem de acontecimento dentro do enredo.

Por exemplo, se você quer que o leitor tema pela vida do personagem, crie um contexto anterior que faça o leitor sentir, aos poucos, uma enorme empatia e, em seguida, descreva um acontecimento que vai fazer o leitor temer pela vida do personagem.

Entenda cada peça que compõe uma história

Gosto muito de um trecho presente no livro “Escreva mais e melhor”. Veja:


  • Antes de tentar escrever uma série, aprenda a escrever um livro;
  • Antes de tentar escrever um livro, aprenda a escrever um capítulo;
  • Antes de tentar escrever um capítulo, aprenda a escrever um conto;
  • Antes de tentar escrever um conto, aprenda a escrever uma cena;
  • Antes de tentar escrever uma cena, aprenda a escrever um parágrafo;
  • Antes de tentar escrever um parágrafo, aprenda a escrever uma frase.

Ou seja,

Antes de tentar escrever logo um livro, comece pelo básico e vá aumentando.

Ninguém vira escritor da noite para o dia, dê tempo ao tempo e se dedique bastante.

Seja crítico somente ao revisar seu texto

Quando eu escrevo um post de blog, por exemplo, sempre demoro cerca de 2 dias para terminá-lo.

Não é porque escrevo devagar.

No primeiro dia eu foco em pesquisar, organizar as informações e escrever.

Mas, somente no segundo dia, eu reviso calmamente e de forma crítica. Agora sim.

Se antes eu apenas estava colocando todas as palavras no papel, na hora da revisão é o momento de ser bastante crítico e corrigir tudo o que for necessário até ficar suficiente.

A ideia de revisar apenas no dia seguinte é uma ideia que tive para que eu consiga descansar a mente e revisar com a cabeça vazia e de forma quase que imparcial.

Isso realmente me ajuda.

E você? O que ajuda você a escrever melhor? Fale aqui embaixo nos comentários e vamos conversar.
janeiro 05, 2019 No comentários
metas para 2019

Esse primeiro post começa com a história de um grande fracasso.
É um fato (principalmente para os meus amigos) que eu tento manter um blog desde 2010, se não antes. Mas algo sempre acontece. O tempo fica curto, as responsabilidades ficam longas, surgem coisas mais importantes e sempre parece que há um bloqueio criativo todo o tempo.
Bom, acontece que quase 9 anos já se passaram e eu ainda não mudei isso. Criei blogs pessoais, sobre casamento e sobre coisas que nem me lembro mais. Já mudei de cabelo, de casa e até de estado civil. Publiquei dois livros, me formei na faculdade, aprendi coisas novas. E então eu fiz 24 anos.
Daqui a pouco vêm os filhos, mudanças e as novas coisas que a vida adulta trazem pra gente. E a vontade de ter um blog? Sempre acaba ficando lá pra trás. Ou porque não importa, ou porque não me dá dinheiro ou porque é perda de tempo.
Sempre há algo para impedir que uma vontade (tão boba) se realize. Por isso, eu decidi que este ano tudo vai mudar.

Foco. Determinação. Disciplina.

Estas três palavras vão reger o meu 2019 em prol de tudo o que eu desejo.
E não estou apenas falando do blog, mas sim de todas as coisas que eu já pensei em fazer e desisti em seguida ou deixei a rotina me levar.
Se você é meu amigo, provavelmente está pensando: Lá vai a Aryane fazer mais um blog que vai se acabar em um mês.
Bom, ainda que acabe, por falta daquelas três palavrinhas ali em cima é que não foi.
Por isso, vou deixar aqui gravado as metas que desejo realizar no ano de 2019, como uma Capsula do Tempo.
Continue lendo para saber como fazer a sua própria Capsula.

metas para 2019

Cápsula do Tempo

De forma geral, uma cápsula do tempo é um recipiente onde você guarda algo para que seja encontrado pelas gerações futuras. Mas também existem pessoas que fazem da cápsula uma maneira de organizar suas previsões em um determinado projeto. Que é o que vou fazer aqui hoje.
Ao invés de guardar coisas em uma caixa, vou deixar aqui neste post todas as coisas que desejo realizar em 2019 como se fosse uma cápsula do tempo comum.
A Aryane do futuro vai ler tudo isso em janeiro de 2020 e contar se deu tudo certo e se conseguiu fazer tudo o que prometeu.
Se você quiser fazer parte disso, é só comentar as suas resoluções de ano novo, favoritar o post e voltar aqui no próximo ano.
Juntos vamos descobrir se deu tudo certo.


Minhas metas

  1. Ficar fluente no inglês ate o fim do ano;
  2. Manter meu blog ativo o ano inteiro com pelo menos 2 posts por semana;
  3. Iniciar meu MBA neste ano;
  4. Escrever meu livro todo até o fim do ano;
  5. Ir a RD Summit;
  6. Fazer exercícios no mínimo 3 vezes por semana;
  7. Ler no mínimo 1 livro por mês;
  8. Fazer mais investimentos mensais;
  9. Meditar todo dia;
  10. Fazer pelo menos 1 viagem;
  11. Estudar mais SEO e Link Building.
Prontinho, essas são as minhas metas para 2019. Lembrando que também dá para adicionar mensagens, fotos e recados para você ler daqui um ano.
O que você colocaria na sua cápsula do tempo? Comente aqui embaixo, salve o post e daqui um ano nos vemos por aqui novamente.
janeiro 01, 2019 No comentários

Sobre mim

About Me


Oi, eu sou Aryane. Tenho 24 anos, sou publicitária, vivo em Fortaleza com meu marido e um gato chamado Menino e compartilho minhas palavras por aqui. :)

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